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Café para clientes: como conquistar todos os perfis?

Quem trabalha com café sabe bem que existem alguns perfis de consumidores muito característicos – e conquistar todos os perfis está longe de ser uma tarefa fácil. Cada perfil tem suas próprias demandas e interesses quando o assunto é a experiência que quer aproveitar.

Atender todas essas necessidades pode ser um desafio, mas também pode ser uma oportunidade e tanto para tornar seu negócio capaz de buscar excelência para uma variedade muito mais ampla de consumidores, tornando-se referência em qualidade!

No artigo de hoje, abordaremos alguns dos perfis mais comuns, e como abordar a busca por excelência no café para clientes de diferentes estilos! Confira e, como sempre, deixe seu comentário sobre o perfil mais desafiador para o seu negócio. Gostaríamos de ouvir sobre a sua experiência!

Opções para quem não entende e tem curiosidade

Toda cafeteria que oferece opções variadas de café conhece aquele perfil de cliente que não entende muito sobre café, mas tem bastante interesse sobre os grãos e os métodos. É um tipo de cliente que retorna para experimentar novas coisas, e é um potencial conhecedor de café no futuro.

A melhor forma de conquistar este tipo de perfil é oferecendo informação. Seja explicações no cardápio sobre os métodos, seja mostrando ao vivo como cada técnica é executada, alimentar essa curiosidade é favorecer seu retorno e seu desenvolvimento na área.

Opções para os especialistas

Há, é claro, os “especialistas”. Trata-se daquele perfil de cliente com diferentes níveis de conhecimento de café: dos entusiastas em início de jornada, aos baristas de carreira interessados em conhecer a concorrência.

Alguns gostam de conversar, outros gostam de ouvir, enquanto alguns gostam apenas de experimentar. O que todos eles têm em comum é a busca pela excelência: você tem que entregar uma bebida incrível para eles – e isso é ótimo, pois coloca sua qualidade à prova!

Opções para o apressado ou desinteressado

Do outro lado do espectro, há o cliente que simplesmente quer beber um café no intervalo do trabalho ou no início da manhã. Para alguns deles, sequer há diferença entre os grãos ou métodos. Por vezes, eles até são apreciadores de café, mas aquele não é momento para dar atenção a isso. Neste caso, a estratégia é oferecer um bom atendimento, sem tentar tornar aquele momento sobre a bebida ou a experiência, respeitando o espaço do cliente.

E se o cliente pedir açúcar?

Para os apaixonados por café, isso pode parecer um enorme sacrilégio. Para boa parte da população, porém, o café sequer existe sem umas colheres de açúcar. E quem tem razão nesse embate?

Nós acreditamos que todo mundo tem razão! No fim das contas, quem escolhe como vai beber seu próprio café é o próprio consumidor. É ele quem deve estar satisfeito no final da xícara. É claro que a experiência que ele vai ter não é exatamente aquela que foi pensada com tanto carinho, valorizando ao máximo os grãos da bebida… Ainda assim, se a experiência for excelente sob a perspectiva dele, você alcançou o resultado esperado.

Depois, você pode preparar a sua própria dose longe de qualquer tipo de adoçante para “limpar os pecados”!

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Além do café: bebidas que possuem cafeína

Não tem como não pensar em café quando o assunto é “bebidas que possuem cafeína”, certo? Afinal de contas, os próprios nomes são semelhantes. 

A razão para isso é que a cafeína foi encontrada originalmente no café. Não quer dizer, porém, que a bebida seja a única detentora dessa molécula que traz energia para o nosso corpo. Pelo contrário: há uma série de bebidas que possuem cafeína, das mais naturais às mais industrializadas!

Para fins de referência, uma dose de 240 ml de café tem entre 60 e 120 mg de cafeína. Veremos como isso se aplica em relação a outras bebidas populares:

Chá verde

O chá verde, muito utilizado em regimes dietéticos restritivos, já é bastante popularizado no Brasil. O que nem todo mundo sabe é que essa bebida está longe de ser aquele chazinho relaxante para beber antes de dormir.

Ele tem cerca de 20 mg de cafeína por dose de 240 ml, o que dá a ele uma concentração relativamente baixa dentro da lista de bebidas que possuem cafeína, mas é importante dar atenção para essa presença, caso você pense no chá verde como uma bebida calmante!

Chá preto

O segundo chá na nossa lista é o chá preto. Não é nenhuma surpresa, afinal tanto o chá verde quanto o preto são originados da mesma planta, passando por processos de beneficiamento distintos.

Embora a origem seja parecida, a concentração de cafeína é diferente: o chá preto apresenta mais que o dobro da substância em uma mesma dosagem, atingindo cerca de 45 mg de cafeína por 240 ml de bebida.

Erva Mate

A erva mate, bastante popular no Brasil na região sul e em regiões fronteiriças com o Paraguai, também é conhecida por seu efeito energético, mesmo que sua concentração de cafeína seja inferior à do café. Em geral, 240 ml de Mate contam com cerca de 30 a 35 mg de cafeína.

Há, porém, um cuidado especial para quem costuma consumir bebidas com a erva: embora sua concentração de cafeína gire em torno do café, é incomum que pessoas bebam mais de uma xícara de café em um curto espaço de tempo. Por outro lado, é bastante recorrente beber chimarrão ou tererê de forma sequencial, o que pode aumentar muito a quantidade de substância no organismo.

Chocolate

Atenção para um invasor na lista entre as bebidas que possuem cafeína! Os grãos de cacau são ricos na substância e, embora não sejam necessariamente um bebida, é possível fazer vários preparos líquidos com ele (exatamente como o café!).

A boa notícia é que um copo com achocolatado ou chocolate não passa de 20 mg, podendo ser até um quarto dessa dosagem. A regra é que, quanto mais amarga a bebida, maior a concentração de cacau. Quanto maior a concentração de cacau, mais cafeína terá o preparo!

Guaraná

Essa fruta tipicamente brasileira também apresenta uma dose relevante da substância. Quando transformado em suco, o guaraná contém cerca de 35 a 40 mg a cada 240 ml – não à toa, é a representante de energético natural no Brasil entre as bebidas que possuem cafeína!

Você já sabia dessas bebidas que possuem cafeína? Lembre-se que a recomendação é que o consumo da substância não ultrapasse os 6 mg para cada quilo do seu corpo!

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Qual é a história do café? Das lendas à xícara!

A bebida favorita dos brasileiros, responsável por boa parte do desenvolvimento econômico nacional durante décadas, tão comumente presente nas manhãs do país, tem uma origem um tanto distante das terras brasileiras. A um oceano de distância os primeiros relatos remontam à Etiópia para contarem a história do café.

Ao dizer “primeiros relatos”, vale destacar que se sabe que o café, como espécie e até mesmo como uso, tende a ser mais antigo do que suas lendas de “descobrimento”. Não há registros, porém, destas possibilidades

Assim, vamos contar a história do café nas regiões de maior altitude da Etiópia, Cafa e Enária:

A versão das cabras

Uma das versões da origem do café trata de um pastor de cabras etíope chamado Kaldi. Enquanto pastoreava, suas cabras comiam frutos de arbustos e folhagens e, enquanto consumiam as pequenas frutas amareladas e avermelhadas, pareciam ter mais energia e disposição.

Impressionado com aquele efeito, Kaldi decidiu investigar mais a fundo, levando os frutos para a autoridade religiosa local. Neste ponto, a lenda se divide:

Algumas versões contam que o religioso preparou uma infusão com os frutos e percebeu seus efeitos. A partir daquele momento, ele teria adotado um uso ritualístico para a bebida, reservada para momentos religiosos.

A outra versão conta que o sacerdote achou os efeitos relatados pelo pastor perigosos. Por isso, teria jogado rapidamente os frutos no fogo. Porém, a queima dos frutos deu lugar à torra dos grãos, deixando um aroma delicioso que os fez testarem uma infusão da bebida.

Desde quando se consome café?

Assim como as lendas relatadas neste artigo, o consumo inicial do café provavelmente data do século VI, também na Etiópia. A polpa do fruto era utilizada em refeições, ou utilizadas para fazer um suco. Alguns locais fermentavam os frutos para a produção de uma bebida alcoólica local. Há, também, indicativos de preparo do chá com as folhas da bebida.

Já o café extraído dos grãos era reservado para o uso entre sacerdotes, que aproveitavam seus efeitos para manter a concentração durante longos períodos de tempo para suas atividades.

A popularização do seu consumo foi se espalhando de monastérios islâmicos a partir do século XIII, consolidando-se entre povos árabes, que passaram a controlar a venda dos grãos, percebendo seu alto valor econômico.

Qual a origem da palavra?

Apesar da origem etíope, foi no uso árabe que a popularização se consolidou pelo mundo. Por isso, sua denominação também se espalhou desta origem etimológica. A planta, chamada de Kaweh, dava origem à bebida, chamada de Kahwah, que pode ser traduzida como “força”.

Deste ponto, houve simplesmente uma adaptação linguística para outros povos, adequando seus fonemas de acordo com o nome adquirido na história do café entre sua descoberta e a sua popularização pelo planeta.

Você já conhecia a história do café? Conte para a gente o que achou aqui nos comentários!

Se você conhece uma outra lenda de origem da bebida, sinta-se livre para compartilhar e comparar as versões com a gente!

Programa de fidelidade em cafeteria vale a pena?
Programa de fidelidade em cafeteria vale a pena?

Um programa de fidelidade em cafeteria é, sem dúvida, uma das formas mais tradicionais de promover a recorrência de clientes dentro do seu estabelecimento. Para começar, como o próprio nome já sugere, essa estratégia oferece uma oportunidade de atrair novos consumidores, ao mesmo tempo em que fortalece o relacionamento com aqueles que já frequentam o local. Além disso, ao implementar um programa de fidelidade, você incentiva o público habitual a visitar com mais frequência e consumir ainda mais.

A mecânica é bastante conhecida: seja por cartão, aplicativo ou por alguma identificação, o cliente acumula pontos ou símbolos toda vez que consome no seu estabelecimento. Quando acumula um certo saldo, recebe um brinde em troca.

No artigo de hoje, vamos abordar sobre as vantagens de um programa de fidelidade em cafeteria, bem como as características para as quais você deve dar atenção para decidir se realmente vale a pena implementar uma promoção deste tipo no seu estabelecimento. Confira!

Vantagens de um programa de fidelidade

Entre as principais vantagens de um programa de fidelidade em cafeteria, são destaques:

Aumentar a taxa de retorno dos clientes

Essa é uma das vantagens mais óbvias deste tipo de programa. Aumentar a taxa de retorno dos clientes significa nada mais do que fidelizar sua base de consumidores. É uma excelente maneira de dar às pessoas um estímulo para que retornem, escolhendo o seu estabelecimento em detrimento de outros, por existir uma vantagem clara.

Estimular o aumento da frequência do consumo

Um programa de fidelidade em cafeteria também facilita a responder aquela dúvida comum de “será que devo ir tomar um café agora?”. Como existe uma vantagem crescente em consumir no seu estabelecimento, é provável que isso aumente a quantidade de vezes que o “sim” vai vencer a pergunta.

Obter mais vendas acompanhando o brinde oferecido

Outra vantagem bastante interessante, que nem sempre é considerada na hora de colocar a estratégia em prática, é que a pessoa que ganha o brinde pela frequência no local raramente vai consumir só aquele item.

É muito comum que as pessoas comprem acompanhamentos e se sintam satisfeitas por estarem economizando em parte do consumo!

Guiar uma estratégia de oferta local

Vale lembrar que um programa de fidelidade, por si só, já é um diferencial estratégico para oferecer ao seu público. Além de ser uma ótima forma de atrair clientes, ele pode ser promovido em campanhas direcionadas ao seu público-alvo sem alterar os preços dos produtos. Afinal, sabemos que ajustar a precificação pode gerar uma verdadeira dor de cabeça na hora de alinhar seus objetivos e manter a competitividade no mercado.

Direcionar o consumo de produtos que você quer oferecer mais

Muitos estabelecimentos utilizam o programa de fidelidade em cafeteria para popularizar um item novo, ou dar aquela turbinada nas vendas de algo específico no cardápio. Essa é uma forma eficiente de dar circulação para algo que você quer que receba mais atenção.

Agora que você já conhece as vantagens de ter um plano de fidelidade para seus clientes, é hora decidir se vai colocar em prática ou não. Se você já tem um, conte para a gente qual foi sua experiência até o momento aqui nos comentários!

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O que fazer com a borra do café?

Pegar o grão, moer (se já não for moída), colocar a água na temperatura certa, aguardar a extração e apreciar uma xícara perfeita faz parte do ritual de muita gente… O que pouco se fala, porém, é o que fazer com a borra do café que sobra após o processo!

A boa notícia é que há muitas coisas que podem ser feitas com o material restante da extração, sendo muito mais úteis e mais ecológicas do que simplesmente descartar no lixo todas as vezes.

No artigo de hoje, preparamos alguns dos principais usos para a borra do café, e temos certeza que você encontrará muitos outros na medida em que a incorporar em sua rotina! Confira:

Adubagem

Esse provavelmente é o uso mais popular da borra de café, e você provavelmente já ouviu falar sobre ele!

A adubagem com o pó do café já utilizado pode ser feita de uma maneira. A primeira é deixar que o café fermente por cerca de 60 dias antes de ser aplicado no solo, de forma que a sua fermentação não cause uma redução de nitrogênio na terra.

A outra opção é misturar 100 gramas da borra com um litro de água, borrifando em canteiros e vasos para uma dosagem mais equilibrada da mistura.

Repelente natural

O cheiro do café é uma das melhores sensações olfativas que a maioria das pessoas vivencia diariamente. Para muitos insetos, porém, essa experiência está longe de ser agradável.

Pulgas, formigas e outros seres que raramente queremos por perto evitam o cheiro do café, que pode ser borrifado, espalhado ou esfregado pelos caminhos que esses animais normalmente fazem, afastando-os dali.

É importante prestar atenção, porém, ao tipo da borra: se você passa o café junto com o açúcar, esfrega a borra e, em qualquer lugar vai atrair insetos, em vez de afastá-los!

Neutralização de maus odores

O café não só tem um aroma extremamente volátil, como absorve muito os aromas ambientais. Se eles forem ruins, utilizar a borra do café para eles é uma solução fácil, que evita o mau cheiro.

Isso pode ser utilizado em qualquer ambiente e, até mesmo, dentro da geladeira, utilizando a borra ou o café em pó.

Esfoliação da pele

Os grãos moídos do café são um ótimo esfoliante para a sua pele, retirando sujeira e células mortas da superfície.

Uma receita caseira eficiente é misturar a borra com água ou óleo de coco para esfregar sobre a pele suavemente, sem exagero de força.

Limpeza doméstica

De forma semelhante ao uso para esfoliação, as partículas do café são capazes de gerar um efeito abrasivo sobre as superfícies onde são esfregadas. Isso torna a borra do café excelente para a limpeza doméstica mais pesada.

Essa dica é ótima para superfícies seladas, mas nem tanto para superfícies porosas, como a madeira: nestes casos, a superfície pode absorver o café e gerar um efeito de escurecimento, que deve ser evitado.

Você já usou a borra do café para alguma dessas dicas, ou tem usos diferentes que não abordamos por aqui? Compartilhe com a gente nos comentários!

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Moedor elétrico ou manual: Qual ter em casa?

A decisão de ter um moedor elétrico ou manual para o café pode parecer um tanto banal, mas a verdade é que esse é um primeiro passo para a entrada em um mundo de cafés mais frescos, mais aromáticos e com todo o seu potencial à disposição.

Mesmo sabendo dessas vantagens, é normal que muitas pessoas fiquem confusas a respeito da melhor opção a ser escolhida: são muitas opções, faixas de preço e categorias disponíveis, desde opções domésticas super acessíveis, até máquinas profissionais, capazes de moer uma quantidade gigantesca de café em alguns minutos.

No artigo de hoje, nosso foco será na escolha entre um moedor elétrico ou manual. Trataremos dos principais aspectos, como qualidade, preço, praticidade, limpeza e controle da moagem, para que você priorize aquilo que é mais essencial no seu caso.

Em primeiro lugar: por que ter um moedor?

Ao contrário do que muita gente pensa, ter um moedor não é apenas um luxo, ou um trabalho desnecessário. Trata-se de um passo importante para qualquer pessoa que queira explorar os sabores do café mais a fundo.

Se você é entusiasta da bebida, deve saber que os aromas do café são voláteis e se dissipam rapidamente. Os grãos também oxidam com o tempo, e essas duas características ocorrem especialmente na superfície exposta ao ambiente.

Café moído significa muito mais superfície para oxidar e “perder” seu aroma e sabor para o ar. É por isso que o grão inteiro preserva mais das características: há apenas a superfície exterior exposta. Então, você pode pegar o grão, moer e imediatamente extrair o café, gerando menos tempo de interação de superfície com o ambiente, em comparação a um café já moído há semanas ou meses.

Qualidade

Quando falamos em qualidade, é natural que um moedor elétrico ou manual do mesmo preço tenha diferenças relevantes. O moedor elétrico precisa encontrar espaço no orçamento para suas lâminas, motor e componentes eletrônicos, ao passo que o moedor manual pode focar em menos partes.

Há, no entanto, um preço relacionado ao charme e à estética do item manual, que nem sempre implica em qualidade da moagem. O que queremos dizer é que até uma certa faixa de preço, é provável que o moedor manual tenha melhor desempenho em relação à consistência do grão final, mas é importante estar atento a cada caso, para evitar pagar muito pela estética e pouco pela qualidade.

Preço

No geral, os preços dos moedores elétricos são um pouco mais altos, no que diz respeito ao uso doméstico. 

Mas isso nem sempre é verdade: quando entramos na comparação entre uma boa marca de moedor manual e uma boa marca de moedor elétrico de uso doméstico, utilizáveis para os mesmos tipos de moagem, o elétrico pode sair por pouco mais da metade do preço da versão manual!

Praticidade

Na comparação entre moedor elétrico e moedor manual, não há dúvidas que a praticidade fica ao lado das versões elétricas.

É necessário levar em conta, por outro lado, seus objetivos: se você quiser um moedor para levar para qualquer lugar, incluindo acampamentos e viagens, o moedor manual é mais prático e não depende de energia elétrica para funcionar.

E você, já tem um moedor? Conte para a gente nos comentários qual é o modelo, e o que você está achando da experiência até agora!

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Diferenças nas receitas de café espresso: o que significa cada uma?

Você entra em sua cafeteria favorita, abre o cardápio e vê uma infinidade de opções de receitas de café espresso. A curiosidade, claro, é enorme, mas você nem sempre entende o significado destes nomes para saber exatamente o que quer experimentar.

A situação pareceu familiar para você?

Não há motivos para constrangimento: há uma infinidade de receitas de café espresso e você não tem obrigação de conhecer as características de todas! É exatamente por isso que preparamos essa lista explicativa do significado de cada uma delas.

Assim, você pode consultar e saber exatamente o que são essas receitas e qual combina mais com a sua vontade a cada dia! Confira:

Café Espresso

O café espresso é, na prática, o mais clássico dos cafés. Não é à toa que normalmente ocupa a primeiro posição na lista de receitas de café espresso. Ele é, ainda, uma das bases para todas as outras receitas da lista deste artigo.

Espresso é o nome dado à forma de obter o café: grãos finamente moídos e apertados com alta densidade no equipamento são submetidos a água em alta temperatura e alta pressão. Isso permite uma extração rápida, capaz de carregar bastante complexidade do pó, gerando uma bebida intensa, cremosa e equilibrada.

Espresso duplo e Ristretto

Ainda falando em espresso puro, é possível apontar outras duas receitas mais relacionadas à dosagem do que a mudanças propriamente ditas.

O espresso duplo geralmente é o item seguinte nos cardápios de cafeterias, e nada mais é do que o dobro de café e o dobro de água, mantendo as proporções.

Já o ristretto é uma alteração na proporção, direcionada para uma intensidade ainda maior do espresso. Na prática, a mesma quantidade de café de um espresso é mantida, mas a quantidade de água é reduzida. O resultado é um café bastante concentrado e intenso, extraindo uma experiência altamente complexa em uma pequena quantidade de bebida.

Café Americano

Se o espresso duplo e o ristretto representam a manutenção do sabor ou aumento da intensidade, o Café Americano toma o rumo oposto entre as receitas de café espresso. Em certa medida, é a versão contrária de um ristretto: utiliza a mesma quantidade de café de um espresso para uma maior quantidade de água.

Isso gera um café saboroso, mas menos intenso. É ideal para aquelas pessoas que gostam de café, mas consideram um espresso tradicional “muito forte”.

Café Flat White

Entrando no mundo das receitas de café espresso com outros ingredientes, há o Flat White. Trata-se de um espresso duplo coberto por uma camada uniforme de espuma de leite.

Um verdadeiro Flat White utiliza apenas a espuma do leite, sem o líquido puro. Além disso, consiste na maior separação possível entre o café e a espuma, formando duas faixas homogêneas, que só se misturam na hora que o cliente for beber.

Café Macchiato

O Macchiato é semelhante ao Flat White, com a diferença de que não tem o objetivo de manter o café e o leite completamente separados. Ele está, na prática, entre o Flat White e o nosso tradicional Pingado, pois envolve a mistura, mas apenas com espuma de leite.

Cappuccino

O Cappuccino tradicional é dividido em terços: uma dose de espresso para uma dose de leite vaporizado para um dose de espuma de leite vaporizado, resultado em uma bebida leve e cremosa.

Mocaccino

O Mocaccino, por sua vez, adiciona chocolate às receitas de café espresso. Coloca-se calda de chocolate na base da xícara, café espresso, leite e espuma de leite na bebida, gerando uma bebida adocicada, quase no mundo das sobremesas.

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Dicas de marketing digital para cafeterias

Já dizia o ditado que o marketing é a alma do negócio. O que muitos estabelecimentos pensam, porém, é que isso nem sempre se aplica ao negócio deles. Podemos dizer de cara que essa normalmente é uma percepção falsa, ao menos no que diz respeito ao marketing digital para cafeterias.

Cada vez mais, cafeterias são capazes de impactar e gerar resultados por meio de marketing – seja para a atração de clientes até o estabelecimento ou para ampliar seus resultados via delivery.

A verdade é que o café é uma bebida bastante emocional, com um potencial enorme de engajar e gerar interação. Isso significa que você já tem uma arma poderosa nas suas mãos: basta começar a utilizá-la corretamente!

Por isso, separamos várias dicas de marketing digital para cafeterias: é só conferir e começar a colocar a mão na massa – ou nos grãos!

Começando pelo óbvio: presença digital

É claro que não há como falar sobre marketing digital para cafeterias (ou qualquer outro empreendimento) sem abordar o marketing que acontece no mundo online, especialmente nas redes sociais.

Para utilizar corretamente este potencial, há algumas sugestões:

Alcance e frequência

A fórmula básica do marketing é a soma de alcance e frequência. Nas redes sociais, o alcance é bastante determinado pelo algoritmo, e a frequência é uma forma de valorizar esse quesito:

Oferecer conteúdo com regularidade, engajando seus seguidores dá ao algoritmo a percepção de que aquele perfil é relevante e merece mais destaque. Por isso, é importante ter um bom volume de postagens recorrentes.

Use Stories e Reels para mostrar a rotina do negócio

Posts frequentes e bem editados podem ser complicados ao longo da rotina do estabelecimento. Porém, Stories e Reels podem ser feitos em questão de segundos e recebem uma excelente atenção do público e da plataforma.

Uma boa dica para o marketing digital para cafeterias é que você já tem um conteúdo pronto à disposição o tempo inteiro: sua própria rotina! Registre-a e publique para descobrir o quanto o público se interessa pelo que você faz.

Não esqueça das novas plataformas

Novas plataformas podem representar um risco de não vingarem, ou uma oportunidade enorme de promover seu negócio ao topo do alcance enquanto a concorrência ainda é baixa. Uma nova plataforma é uma excelente chance para alavancar seu negócio desde o início: utilize-a sempre que possível!

Considere uma estratégia de impulsionamento

Quando o assunto é marketing digital, há alguma limitação no público que seu conteúdo pode impactar se não receber. Quando os números começam a crescer e os resultados se refletem na sua rentabilidade, é hora de considerar uma estratégia de impulsionamento eficiente, bem mensurado e focado nos seus resultados.

É claro que esse é um assunto um pouco mais aprofundado no marketing digital para cafeterias, mas é um caminho natural para quem já percebe resultados da estratégia!

E você, já aplica alguma dessas estratégias? Já observou algum resultado no seu movimento? Conte para a gente aqui nos comentários!

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Quando investir em uma máquina de café profissional?

Quando um empreendimento decide que está na hora de ter uma máquina de café automática na empresa, é normal ouvirmos algumas semanas depois que, se as pessoas soubessem de todos os benefícios, teriam tomado a decisão muito antes.

Se você está neste processo de decisão no local onde trabalha, a boa notícia é que preparamos este artigo exatamente para que você conheça alguns dos sinais mais clássicos de que é um bom momento para escolher ter a máquina por perto!

É claro que cada cenário tem suas próprias particularidades, mas o que nossa experiência indica é que equipes começam a dar sinais de que extraiam o máximo com a presença do equipamento por perto. Em geral, algumas delas são:

Cafeteira sempre vazia

Para muitos negócios, uma boa e velha cafeteira é suficiente. À medida que as equipes crescem, o consumo aumenta e as filas começam a se formar esperando para que o café seja passado logo.

Alguns negócios tentam, ainda, adicionar uma ou duas cafeteiras tradicionais, mas a verdade é que elas não são práticas para lidar com demandas grandes e frequentes. Quando o fenômeno da “cafeteira vazia” começa a ser frequente, esse é um bom sinal de que está na hora de se equipar mais!

Equipe aumentando no retorno presencial

Cada vez mais empresas estão percebendo que o retorno presencial está exigindo mais da estrutura local – especialmente no que diz respeito a coisas que eram muito acessíveis na cada de cada colaborador. Entre elas, estão as demandas de copa, como a comida e o café.

Nesses momentos, uma máquina de café automática se torna, além de útil, um diferencial vantajoso para os colaboradores. É uma chance e tanto para dar as boas-vindas com muito estilo e sabor para todos os envolvidos nesta nova etapa.

Reclamações da padaria do quarteirão

Outro sinal muito característico que talvez você já pode ter observado é aquela reclamação de que a padaria ou cafeteria por perto não está boa. Seja no atendimento ou na qualidade do café, essa é uma oportunidade de poupar o tempo dos colaboradores e oferecer segurança – seja para as pessoas ou para informações internas, que não serão debatidas em espaços públicos por quem está no intervalo.

Essa é uma oportunidade e tanto para aliar algo delicioso a um benefício que atinge tanto as pessoas, quanto a própria empresa.

Procura por um prêmio para alcançar objetivos

Um pouco mais inusitado, mas também presente entre os motivos para ter uma máquina de café automática na empresa é a famosa recompensa coletiva por alcançar alguma meta. Pode parecer esquisito para algumas pessoas, mas você se surpreenderia com o quanto a expectativa de um excelente café entusiasma uma equipe.

Como benefício de longo prazo, ainda, um bom café faz a equipe se sentir valorizada, aumentando sua eficiência e sua qualidade de vida no ambiente de trabalho. É um benefício amplo, de longa duração e efeitos poderosos!

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Horeca Gourmet: o que torna um café especial?

Se você faz parte dos contatos do nosso negócio, já deve estar sabendo que o Horeca Gourmet é uma adição e tanto à linha de produtos que oferecemos a empresas.

Talvez você já tenha até recebido um de nossos contatos institucionais, mas não saiba exatamente o que torna essa seleção tão especial para uma bebida final única. O artigo de hoje é destinado a explicar o que efetivamente dá a um café especial características singulares.

Não se trata de um artigo sobre o Horeca Gourmet, mas de grãos de qualidade que merecem destaque. Já abordamos, em outros artigos, que as classificações “gourmet” ou “especial” dependem do cumprimento de alguns requisitos, como tipo de grão e nota elevada – e agora vamos compartilhar alguns dos aspectos que são levados em consideração na hora de uma boa bebida final.

Tipo de grão

Se você é entusiasta do café, já deve ter cansado de ler sobre a associação entre arábica e qualidade. Essa informação é tão repetida por um motivo importante: ela é absolutamente verdadeira.

Em geral, o primeiro passo para um café de extrema qualidade é a escolha de grãos 100% arábica. É claro que existem exceções à regra, mas essa é a aposta segura quando se trata da relação entre o tipo de grão e a qualidade da bebida.

Localização geográfica do cultivo

Tanto no mundo quanto no Brasil, há locais que são famosos por produzirem grãos de alta qualidade, e isso acontece por um motivo. O café gosta de condições climáticas específicas e triunfa melhor em grandes altitudes.

No caso brasileiro, os climas temperados e altitudes de regiões bastante conhecidas pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e alguns pontos do Paraná recebem o maior destaque em relação a serem o ambiente ideal para a produção de um grão final de qualidade.

Beneficiamento correto dos grãos

Desde o momento da colheita dos frutos, até sua secagem e seleção, o beneficiamento correto significa um grão final que mantém ao máximo as características desejadas, sem que o café perca suas características no ambiente com o passar do tempo.

Torra adequada

Embora a torra também faça parte do beneficiamento dos grãos, ela merece um espaço próprio, porque tem um papel fundamental no sabor final. Além disso, um mesmo grão pode receber diferentes tipos de torra para finalidades diferentes.

No geral, cafés de alta qualidade não são submetidos a torras extremamente intensas, uma vez que desejamos manter boa parte das características que aquele grão tem a oferecer de mais especiais. A torra excessiva, por sua vez, adiciona um sabor carbonizado que pode “esconder” parte dos aromas mais característicos.

O passo final: a extração perfeita

É claro que não adianta dar todos os passos perfeitos se o café não for extraído para valorizar a bebida. No caso do Horeca Gourmet, sempre recomendamos uma moagem de acordo com o uso e, claro, precisão para o método de extração.

Isso garantirá o melhor aroma, sabor e corpo para a bebida, valorizando todo o trabalho feito para que cada grão chegasse perfeito ao cliente!