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Loja de conveniência autônoma já é realidade em empresas

Já ouviu falar em loja de conveniência autônoma? Essa é uma forma de oferecer alimentos e bebidas aos colaboradores por preços acessíveis, sem impactar no orçamento da empresa! Confira o artigo para entender o valor dessa modalidade:

Porque a loja de conveniência autônoma está sendo tão utilizada?

Quando uma ferramenta vira tendência no mundo empresarial, certamente há uma razão sólida por trás disso. No caso da loja de conveniência autônoma, os motivos vão muito além de uma simples inovação. Entre as principais vantagens que impulsionam as empresas a escolherem esse modelo, destacam-se aspectos importantes, como o preço acessível de implementação, a ampla gama de produtos disponíveis, o uso eficiente do espaço, as possibilidades de convivência que o ambiente proporciona e, por fim, os custos reduzidos de manutenção.

É exatamente sobre essas vantagens que vamos abordar neste artigo. Confira cada uma delas e pense a decisão pode ser vantajosa para sua empresa!

Vantagens no preço de implementação

Entre as principais alternativas para a loja de conveniência autônoma, estão a criação de uma “copa-bar” interna, com ou sem funcionário para cuidar e executar as vendas, ou a aquisição de máquinas tradicionais.

A verdade é que criar uma copa comercial dentro da empresa sai caro, e ainda tem o custo mensal de um colaborador. Adquirir vending machines no modelo clássico, por sua vez, tem o custo de um equipamento que precisará se pagar e depreciará ao longo do tempo.

No modelo de loja de conveniência autônoma, também chamado de honest market, os próprios funcionários realizam as transações. Esse formato elimina tanto o custo inicial quanto a necessidade de pagamento de salários. Os custos de implementação ficam por conta da empresa que efetua a instalação, como é o caso da Baristop, por exemplo.

Vantagens na gama de produtos e de espaço

Se você utilizar uma vending machine, seus espaço de loja é reduzido à quantidade de slots disponíveis no equipamento. Por outro lado, se você tem uma loja tradicional, os produtos dependem muito do fornecimento e do tipo de contrato que você possui com a distribuidora.

Já no modelo de loja de conveniência autônoma, é a empresa fornecedora que tem o contrato com várias marcas, oferecendo uma gama muito mais ampla, em quantidades mais adaptáveis à realidade da sua empresa.

O mesmo pode ser dito a respeito do espaço para produtos: precisa de mais? É só ligar para o operador da sua loja, sem precisar comprar novas estantes, prateleiras ou equipamentos novos!

Vantagens de conveniência e sociabilização entre colaboradores

Outra vantagem frequente que nem sempre é observada na hora de optar por uma loja de conveniência autônoma é a quantidade de benefícios subjetivos trazidos à tona, sobretudo no que diz respeito ás relações interpessoais, à segurança no ambiente de trabalho e à geração de novas ideias interdisciplinares.

Com uma loja de conveniência autônoma, é possível dar a segurança de que os colaboradores não precisam sair do ambiente de trabalho. Além disso, eles podem conversar entre si em um ambiente comum, proporcionando a troca de experiências e ideias. Essa é uma ferramenta de fomento importante para equipes, e certamente resultará em um benefício significativo para a empresa!

O que essa dessas vantagens para sua empresa? Entre em contato com a Baristo!

Automatizado ou autoatendimento: Qual escolher na sua empresa?

Automatizado ou autoatendimento? Vending machine clássica, ou modelo de honest market? Essa é um dos dilemas mais comuns em gestores que buscam um modelo de oferecer comidas e bebidas para os colaboradores da empresa, mas não conseguir decidir qual a forma mais adequada para cada situação.

A verdade é que ambos modelos possuem algo em comum: não exigem pessoas para manter a operação ativa, e não impactam em custos adicionais significativos. Mas existe, ainda, algumas diferenças simples, que podem fazer toda a diferença.

Qual a diferença entre vending automatizado e de autoatendimento?

Em termos práticos, a diferença entre uma vending machine automatizada e um modelo de autoatendimento está na ordem das ações e no rigor ao qual o usuário é submetido.

Um modelo automatizado é aquele no qual se paga o objeto desejado para, só então liberá-lo. Do outro lado, o modelo de autoatendimento permite que a pessoa escolha o que quer para, só então, realizar o pagamento sozinha. 

A grande diferença na proposta é o contato, a sensação de não estar adquirindo aquela produto em uma venda tradicional, mas de pagar por sua reposição. Em muitas empresas, essa sensação pode gerar impactos significativos na cultura.

Diferenças no preço

Quanto ao preço, seja um modelo de negócio automatizado ou autoatendimento, ambos são razoavelmente equivalentes, em regra. A única diferença está quando é necessário adquirir a vending machine – nestes casos, é comum que parte do preço da aquisição precise ser repassada nos produtos.

De qualquer forma, empresas que fornecem os equipamentos costumam apresentar planos de utilização que não aumentem os custos de produtos.

Diferenças na variedade de produtos

Diferentemente do preço, a variedade pode ser afetada na relação entre automatizado ou autoatendimento. Isso porque aumentar a gama de produtos no autoatendimento pode exigir ajustes simples, como mais prateleiras, ou até mesmo uma nova disposição dos itens.

Já as vending machines possuem uma limitação de espaços de display e diferenciação de produtos para o pedido do usuário. Logo, uma gama muito ampla de produtos pode exigir mais máquinas, ou máquinas muito grandes.

Diferenças na flexibilidade

Sabe aquela barra de chocolate que só uma pessoa no escritório gosta? É nesse tipo de situação que um honest market de autoatendimento vence o embate. Como não ocupa um “espaço” limitado da máquina, é possível atender a vários gostos, sem prejuízo à disponibilidade dos gostos alheios!

Impactos na cultura da empresa

Cada vez mais correntes de gestão de pessoas levam a discussão entre automatizado ou autoatendimento para um novo nível. Pode parecer uma discussão superficial, mas ela impacta diretamente na mensagem que a empresa passa para sua equipe.

Estudos ainda em fase de validação e reprodução sugerem preliminarmente que equipes se sentem mais valorizadas quando a empresa confia a elas a responsabilidade de realizar o pagamento de seus itens. No dia a dia, fora do mundo das publicações, essa lógica já é bastante perceptível: se os colaboradores são responsáveis por todo o andamento da empresa, é razoável que seja confiada a eles a responsabilidade sobre o próprio cafezinho!

E você, já trabalhou em um ambiente com oferecimento de alimentos e bebidas em modelo automatizado ou autoatendimento? Qual sua experiência favorita? Compartilhe conosco nos comentários!

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Café e saúde: ele faz bem ou mal?

Café e saúde, uma discussão que pauta a curiosidade humana sobre o consumo de certos alimentos há muito tempo. Embora a polêmica persista, a grande maioria dos estudos realizados aponta para o mesmo caminho: o consumo do café é bastante seguro para a saúde, sempre que respeitadas as dosagens sugeridas.

Existem, é claro, grupos para quem o consumo da bebida não é recomendável. Por isso, abordaremos cada um deles para que a Baristo também contribua na discussão entre café e saúde, e você possa ter certeza de que seu cafezinho não está causando mal algum!

Café e saúde: por que é importante saber?

Um pesquisa realizada pelo Conselho Nacional do Café, em 2012, apontou que cerca de 97% dos brasileiros com mais de 15 anos são consumidores regulares de café por aqui. Além disso, o brasileiro médio consome cerca de 80 litros da bebida por ano!

Não é à toa que somos obcecados pela temática de café e saúde há tanto tempo. E isso não é só no Brasil: a universidade de Harvard é conhecida por publicar alguns dos mais famosos estudos sobre o impacto do café na saúde, e é de lá que obtivemos alguns dos dados trazidos neste artigo.

A culpa é da cafeína?

Quando falamos sobre café e saúde, quase sempre pensamos diretamente no impacto da cafeína em nosso organismo. Embora essa seja uma substância bastante presente na bebida, o café é composto por mais de mil substâncias, de sais minerais e vitaminas, a aminoácidos e açúcares.

Além disso, o café é bastante rico em antioxidantes, que são substâncias capazes de retardar o envelhecimento das células. É por isso que vários estudos apontam que uma dosagem moderada da bebida por ser benéfica para a saúde – além de ser deliciosa.

E para quem o café não é recomendado?

Sabendo que o café pode ser benéfico, é importante saber em quais cenários a bebida não é recomendada. Entre aqueles em que existe consenso, estão:

Pessoas com insônia

A cafeína é um estimulante. Consumir café, especialmente nas horas finais do dia, pode potencializar ainda mais um problema de insônia que já exista. Por isso, o consumo não é recomendado para as pessoas com dificuldade regular para dormir.

Pessoas com osteoporose avançada

A osteoporose, que gera o enfraquecimento dos ossos, precisa da absorção de cálcio para tentar controlar a situação. No entanto, o café dificulta a absorção deste componente pelo organismo, por isso é recomendável que pessoas com osteoporose em níveis altos evitem ingerir a bebida.

Pessoas com irritações graves no trato digestivo

Se você costuma beber café com frequência, já deve ter passado por um dia em que não estava bem do trato digestivo, e uma xícara de café tenha acabado agravando a situação. Isso é porque a bebida pode piorar inflamações preexistentes no trato digestivo! Então, quem está passando por alguma irritação séria nestas vias deve sempre evitar a bebida!

O segredo é o consumo moderado!

Como tantas outras coisas na vida, o segredo para aliar café e saúde é a moderação. Já falamos que o café pode trazer efeitos benéficos, mas seu excesso pode trazer sintomas negativos, certo? Então a solução é seguir a recomendação da FDA – a Food and Drug Administration dos EUA, que regulamenta alimentos e medicamentos por lá.

O órgão considera a cafeína uma substância segura, e sugere que o consumo de café diário não ultrapassa o limite entre 150 e 200 ml. Isso equivale a cerca de três ou quatro xícaras de café distribuídas ao longo do dia, evitando seu consumo a partir do final da tarde.

Como está o seu consumo de café? Dentro das recomendações? Conte para a gente nos comentários!

Honest Market: fazer o próprio ou terceirizar?
Honest Market: fazer o próprio ou terceirizar?

O conceito de Honest Market é uma das grandes tendências sendo adotadas por empresas com número significativo de colaboradores. Não é sem motivos: o modelo aumenta a quantidade de alimentos e bebidas disponíveis para os colaboradores da empresa, reduz custos e, ainda, permite implementar um reforço da cultura organizacional, valorizando a confiança entre todas as pessoas que contribuem com o crescimento da empresa.

Mas na hora de adotar a novidade, é normal que surja uma dúvida: implementar um honest market por conta própria, ou utilizar uma empresa especializada no assunto?

A Baristo recebe essa dúvida frequentemente, e sempre abordamos os aspectos centrais de um micro market, para que o próprio cliente possa tomar sua decisão!

Qual a diferença?

A principal diferença entre executar internamente ou terceirizar está na quantidade de recursos necessários para cada situação. Quando você monta um Micro Market para sua empresa por conta própria, é necessário adquirir todo o mobiliário, fazer contratos com os fornecedores de produtos, custear a manutenção e, ainda, alocar força de trabalho responsável pela gestão de estoques e fluxos financeiros.

Ao terceirizar, a operação ganha em escala: o mobiliário e as máquinas já estão prontos para uso, sem custo adicional para sua empresa. Além disso, os contratos com fornecedores já estão vigentes, e as equipes de manutenção e gerenciamento do estoque estão disponíveis. Isso torna todo o processo mais rápido e prático, com os custos diluídos na escala, junto a outros clientes.

Responsabilidade de fornecimento

Outra diferença fundamental é a responsabilidade pelo fornecimentos dos produtos. Quem opta por fazer uma loja de conveniência por conta própria, precisa negociar diretamente com distribuidores destes produtos, com o objetivo de adquirir quantidades relativamente reduzidas, impactando na margem de negociação. Além disso, a própria empresa se torna responsável pela reposição da loja e manutenção do estoque

Já quem conta com uma empresa especializada em micro market, simplesmente escolhe o catálogo que esteja disponível em suas prateleiras, para que os colaboradores consumam à vontade. Neste caso, a única responsabilidade da empresa é receber a equipe de reposição nos dias combinados. Todo o resto é por conta do fornecedor!

Definição de preços

A definição de preços é idêntica para os dois cenários. É a empresa quem decide o valor dos produtos a serem vendidos, e se haverá algum adicional para além do custo de fornecimento ou não.

A única diferença é o preço final. Uma empresa com esse fornecimento lida com grandes compras, reduzindo o valor final do produto. Por isso, via de regra, contratar uma empresa especializada acaba se tornando mais em conta do que comprar diretamente uma quantidade reduzida de distribuidores.

Segurança no pagamento

Assim como a definição de preços, a segurança no pagamento é idêntica em ambas situações. Como o modelo sempre é o do autoatendimento, o método não afeta em nada a segurança ou confiabilidade.

A única diferença é quem realiza a auditoria dos produtos: alguém da própria empresa, no caso de operação interna, ou a equipe da terceirizada, quando contratada.

Aumento ou diminuição dos módulos disponíveis

Uma máquina de café a mais, uma prateleira com produtos diferentes… Sempre há algo que precisará ser adicionado ou modificado em relação ao plano original.

Para quem executa por conta própria, isso envolve cotar a mobília, os equipamentos e o fornecimento. Já para quem terceira o serviço, basta entrar em contato para conferir as condições. Em geral, é uma situação muito mais vantajosa e flexível!

Decidiu terceirizar? Pense na Baristop!

Agora que você já sabe quais as principais diferenças e entre ter o próprio honest market e terceirizar o serviço, só falta saber com quem terceirizar!

A Baristo é especialista em micro market corporativo, e certamente tem configurações perfeitas para a sua empresa. Entre em contato clicando aqui para falar com a nossa equipe!

Como iniciar no mundo dos cafés especiais?
Como iniciar no mundo dos cafés especiais?

Se você já conhece um pouco, ou quer iniciar no mundo dos cafés especiais, já deve saber que, aqui na Baristo, vivemos café a cada momento! O que isso significa é que, além de vendermos insumos, buscamos aperfeiçoar nosso conhecimento sobre o assunto, pois ele realmente nos interessa.

Na verdade, conhecer essa bebida, lembra um pouco a trajetória da apreciação do vinho: há muito o que se explorar e, principalmente, aproveitar nas diferentes nuances que se pode experimentar!

Hoje vamos falar um pouco sobre cafés especiais, e como iniciar a apreciar esse mundo tão vasto! Confira!

Afinal, o que torna um café “especial”?

A terminologia de “cafés especiais” faz parte de uma metodologia de avaliação. Mais precisamente, é a Metodologia de Avaliação Sensorial da Specialty Coffee Association, a SCA. Trata-se de uma avaliação global, que segue uma série de critérios que resultam em uma pontuação de 0 a 100.

Um café só entra na categoria “especial” se atingir, no mínimo, 80 pontos na escala da SCA. Caso não alcance essa pontuação, ele fica fora dessa classificação.

É fundamental destacar que essa é uma categoria distinta da utilizada no Brasil para definir um café tradicional, superior ou gourmet. Essa classificação segue outra escala, nacional, definida pelo Programa de Qualidade do Café. Além disso, vale ressaltar que nada impede que um café especial esteja enquadrado em ambos os programas, sendo considerado tanto Especial quanto Gourmet!

Quais são os atributos avaliados em cafés especiais?

Ao avaliar cafés especiais, a SCA baseia sua pontuação em uma série de características. A listagem vai desde características da produção dos grãos, como a uniformidade do lote e a ausência de defeitos, até as tradicionais características de degustação, como fragrâncias, doçura, acidez, sabor, corpo, finalização e harmonia.

Além disso, há um toque subjetivo na avaliação, que é o critério do conceito final. O conceito final é a impressão geral que o avaliador teve sobre aquela bebida, contribuindo para a nota.

Se você quiser experimentar o café por conta própria, sua opinião é seu próprio conceito final! Com o tempo, você terá uma série de conceitos a serem atribuídos a diferentes cafés!

O ponto central é que o que um café sempre é baseado em um grão com boas características em todos os âmbitos, e dá a certeza para o comprador de que aquela é uma boa escolha. Não é necessário ser um especialista no assunto: é um selo de qualidade que especialistas que dedicam a vida a isso oferecem para você!

Como começar a explorar os cafés especiais?

Uma das grandes vantagens de apreciar cafés de alta qualidade é o fácil acesso a eles e as diferenças perceptíveis logo na primeira xícara. Outra vantagem para quem está no Brasil, é que existem produtores muito premiados, de qualidade excepcional, que oferecem um mundo de opções!

Na Baristo, por exemplo, temos a parceria com o Café Orfeu, um dos mais destacados em todo o mundo em termos de qualidade. Além disso, o custo-benefício é um fator de grande destaque, pois oferece um enorme ganho de qualidade.

O melhor de tudo é que cliente Baristo recebe condições únicas para cafés especiais da Orfeu!

Quais as melhores maneiras de ter um serviço de café na empresa?

Hoje em dia, ter uma serviço de café na empresa vai além de uma amenidade ou um diferencial. Trata-se de mostrar aos colaboradores a valorização, mesmo nos gestos mais simples, como o cafezinho de todo dia!

É este o assunto do nosso artigo de hoje, em que abordaremos quais as melhores opções para oferecer um bom café em sua empresa. Confira:

As diferentes modalidades de financiar o serviço de café na empresa

De forma geral, oferecer um serviço de café na empresa não costuma ser caro. Mesmo para que buscar ofertar mais opções e qualidade, o valor médio das doses não costuma estar sequer perto de custos relevantes dentro da manutenção das empresa.

Ainda assim, em tempos de execução enxuta das atividades, é importante entender cada custo e, não raras vezes, conhecer alternativas para reduzi-los. Por isso, empresas adotam cada vez mais alternativas para o custeamento das amenidades.

Desde o modelo tradicional de tudo ser bancado pela empresa, até versões mais avançadas, como o micro market, ou honest market, não existe certo e errado. Certo é oferecer um modelo que se encaixe com as possibilidade da empresa e, acima de tudo, ofereça opções que agradem toda a equipe!

Começando pelo básico: a boa e velha máquina não comercial

Nem todo serviço de café precisa começar com várias opções. Em alguns casos, uma máquina comum dá conta! É claro que, nesta variação, as opções são um tanto reduzidas, e podem até mesmo excluir quem não toma o café feito do jeito que aquela máquina possibilita, mas é inegável que já é um grande auxílio.

Máquinas de doses individualizadas

Indo um pouco mais além em termos de sofisticação, há as máquinas que servem doses individualizadas. Não raras vezes, elas já são máquinas de expresso, o que permitem dar um toque de sofisticação e avanço ao serviço de café na empresa.

A grande vantagem desses equipamentos, além da óbvia melhora em termos de qualidade e a satisfação da equipe, é que tudo isso vem junto à redução de desperdício. Além de oferecer um café feito na hora – que é fundamental para o melhor sabor possível – só se utiliza os ingredientes que serão imediatamente consumidos.

Máquinas com doses e opções individualizadas

Para quem quer dar um passo além, as máquinas de café automatizadas, com várias opções de sabores, são o que há de mais democrático para um serviço de café na empresa, em relação ao gosto da equipe. De um café comum a uma bebida cremosa, todos os ingredientes estão lá dentro, prontos para todos os gostos!

Oferecendo as melhores opções: serviço de café com um honest market

Dentre todas as opções citadas, existe uma combinação que alia diversidade, qualidade e uma maneira extremamente prática de operacionalizar o serviço de café: é o honest market que oferece uma máquina automatizada.

O honest market nada mais é que uma loja de conveniência de autoatendimento dentro da sua empresa. Ela é reabastecida periodicamente pelo fornecedor, e cada colaborador pega aquilo que quer e registra o pagamento por conta própria. Assim, não é necessário mais uma pessoa na operação, e cada um sempre terá seu tipo de café favorito a apenas alguns passos da estação de trabalho!

Se você gostou dessa opção, a boa notícia é que o Baristop é o serviço da Baristo para lojas de conveniência em sua empresa! Se você quer implementar essa novidade em sua empresa, é só entrar em contato clicando aqui, e nossos consultores estarão à disposição!

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Qual a rentabilidade do café na sua empresa?

– Qual a rentabilidade do café na sua empresa? – pergunta nosso consultor.

– Como assim? – responde o cliente.

Em estabelecimentos que vendem café, esse é um diálogo bastante comum. Ainda vivemos uma tradição onde o ponto de venda se preocupa muito com os sobrecarregados afazeres diários, e sobre pouco tempo para pensar na estratégia do negócio.

Se você possui uma máquina de café Baristo em sua empresa, com o objetivo de vender doses, mas não sabe responder a essa pergunta, a boa notícia é que há um mundo repleto de oportunidades para lucrar mais em seu estabelecimento!

É justamente sobre isso que vamos falar no artigo de hoje, abordando um pouco da visão mais estratégica que pode existir sobre a rentabilidade do café.

Começando a conversa: como você mede seus resultados?

De nada adianta falar sobre margens e estratégias se não temos nossa matéria prima: as informações que serão mensuradas para tomar uma decisão. Hoje, uma simples planilha pode ser suficiente para as primeiras análises!

Se você usa um software de gerenciamento, melhor ainda. É muito provável que você possa exportar esses dados para fazer uma análise rica.

Qualquer que seja o seu caso, a nossa dica é: comece desde já e não perca o hábito. Esse tipo de análise fica muito mais poderosa quando tem um longo período de tempo de análise.

Rentabilidade vs vendabilidade: o retorno frente ao rendimento

Embora o título desde artigo fale sobre a rentabilidade do café na sua empresa, talvez o mais importante seja, na verdade, a “vendabilidade”. Rentabilidade é a lucratividade em comparação ao custo. Se o custo de uma dose de café for 1 real, e você a vender por 5, você tem uma rentabilidade de 500%, desconsiderando fatores externos.

Quanto maior a rentabilidade, melhor. Certo?

Nem sempre! Se existisse um único café a ser vendido, a resposta seria verdadeira. Mas seu preço impacta em quantos cafés você venderá!

Dando atenção ao preço ideal

É nessa hora que a primeira análise pode ser feita: a tentativa de entender o preço ideal do seu café.

Voltemos ao exemplo anterior.

Seu custo por café é de R$ 1,00. Você vende 100 doses por mês a R$ 5,00, cada. Totalizando 500 reais de rendimento sobre 100 de investimento.

Mas e se você descobrisse que, cobrando R$ 3,00 pela dose, você poderia vender 500 doses por mês?

Seria um rendimento de R$ 1.500,00 sobre um investimento de R$ 500,00. Sua rentabilidade caiu para 300%, mas seu lucro líquido aumentou em 250%: de R$ 400,00 para R$ 1.000,00.

Entender o preço ideal é o primeiro passo em busca de uma alta lucratividade com o café, que vai muito além de entender a rentabilidade do café na sua empresa!

A rentabilidade adicional do café em vendas conjuntas

Outro fator importante sobre a rentabilidade do café é que um copo de café atrai outros tipos de consumo. Um chocolate, um salgado, um snack para comer no caminho… Além de vender o café, aumenta a possibilidade de vendas de um outro produto em conjunto.

Uma boa técnica é oferecer combos em que a compra do café com outro produto seja de um preço atrativo, aumentando significativamente a venda de produtos com saída mais baixa!

Por que é tão importante medir e testar?

A importância de medir diversos aspectos do seu negócio – entre eles, a rentabilidade do café na sua empresa – está diretamente relacionada ao desenvolvimento da capacidade de torná-lo mais lucrativo com a configuração que já existe.

Além disso, em muitos casos, tomadas de decisões simples, fundamentadas em dados concretos, podem transformar a operação que você já possui, mantendo os mesmos empregados, o mesmo local físico e os mesmos equipamentos, em algo com o dobro da lucratividade. Dessa forma, você consegue alcançar todo o rendimento de um segundo estabelecimento, mas sem nenhum dos custos adicionais.

Essas análises podem ser um tanto cansativas e exigir um investimento de tempo, mas podem transformar o seu negócio, direcionando para um caminho de otimização constante.

Na Baristo, apoiamos nossos parceiros a buscar este tipo de análise, e estamos sempre à disposição para sugerir ferramentas e metodologias, pois também ganhamos quando nossos clientes crescem!

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Micro market com máquina de café na empresa: quais as vantagens?

Cada vez mais associados entre si, os conceitos de micro market, ou honest market, com máquina de café na empresa estão se tornando grandes favoritos para organizações e equipes de gestão de pessoas.

E não é à toa: a combinação é a favor de estruturas enxutas, mas é cheia de opções para satisfazer os colaboradores, ao mesmo tempo em que passa um recado de confiança e desburocratização no ambiente de trabalho!

Parece bom demais para ser verdade? Então se prepare, que há muitas outras vantagens que o modelo de micro market com máquina de café na empresa podem oferecer para a sua estrutura! Confira a seguir:

De um micro market comum para um serviço completo com uma máquina de café

O conceito de micro market, também chamado de honest market, já é bastante difundido. Ele permite que os colaboradores tenham uma ampla gama de opções de snacks para escolherem, realizando o autoatendimento da escolha do produto ao seu pagamento. 

O grande diferencial vem quando há uma máquina de café automática disponível – e, modéstia à parte, especialmente quando é uma com a qualidade Baristo. Ter uma máquina abre todo um mundo de opções para o colaborador: de um café preto comum a uma bebida cremosa, o espectro de combinações e sabores disponíveis eleva o potencial daquele lanche rápido!

A valorização pelo café: cuidado nos gestões mais simples

Outro efeito recorrente em empresas que adicionam a máquina de café ao micro market é a percepção de um aumento na sensação de valorização do colaborador. Pode até parecer algo banal, mas poder escolher se café a apenas alguns passos da estação de trabalho gera um impacto positivo para a equipe, pois oferece uma clara mensagem de importância da empresa para seus colaboradores.

A combinação ideal sem custos adicionais

Não é difícil considerar os porquês de a combinação fazer tanto sucesso. A um custo baixíssimo para o colaborador, um micro market permite oferecer uma variedade muito grande de produtos, sem que isso se converta em um custo de manutenção adicional para a empresa.

Dessa forma, do amante mais ávido de café, até quem simplesmente não suporta a bebida, mas adoraria um chocolate quente no meio na tarde, todos terão opções que agradam seus gostos, sem se tornar uma opção cara para ninguém!

Tons de inovação em um serviço básico

Não há como negar que o conceito de micro market com máquina de café na empresa dá tons de inovação para o ambiente de trabalho. Na verdade, é a conversão das copas, cafeterias e cozinhas internas em algo muito mais prático e adaptado à atualidade. O efeito inevitável disso é a sensação de avanço para toda a equipe, que o enxerga até nos cuidados mais corriqueiros.

Valorização da cultura da empresa

Se você faz parte de uma equipe de Gestão de Pessoas, certamente a parte do autoatendimento chamou sua atenção. A verdade é que cada vez mais empresas utilizam o modelo de micro market para reforçar a ideia de autogestão, confiança e sensação de conforto no ambiente de trabalho.

O benefício é óbvio: é uma forma de colocar em prática estes conceitos de confiança e auto-responsabilidade diariamente, levando aquilo que a cultura da empresa ao cotidiano, nas pequenas ações.

Disponibilidade de um ambiente de interação e confraternização

Para muitas empresas, o micro market com máquina de café é uma oportunidade de resgatar os colaboradores da padaria de volta ao ambiente da empresa. Isso reflete na segurança das informações internas e, para além disso, estimula um ambiente de troca de ideias que podem gerar novas oportunidades para as equipes.

Como ter seu micro market com máquina de café na empresa?

Se você gostou da ideia, a boa notícia é que a Baristop é referência em implementar micro markets em ambientes corporativos! É só entrar em contato com nossos consultores clicando aqui, e conversaremos sobre as várias possibilidades que este conceito pode agregar para você.

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Como são desenvolvidos os sabores do Café Baristo?

Permanentes ou sazonais, inovadores ou clássicos, novos sabores do Café Baristo exigem toda uma jornada de desenvolvimento, testes e aprovações para se tornar a delícia que você consome na máquina!

No artigo de hoje, falaremos sobre essas etapas que existem entre a ideia e o copo de café! Confira:

A origem das ideias dos sabores do Café Baristo

Toda ideia precisa surgir de algum lugar. No caso de nossos sabores, não existe um caminho único: uma ideia espontânea, uma sugestão com gosto pessoal, uma pesquisa de mercado e, até mesmo, sugestões que clientes fazem nos estabelecimentos com máquinas podem virar projetos de novos sabores.

Toda ideia de sabor faz parte de um banco de possibilidades, que sempre é revisitado na hora de desenvolver algo que vá para a máquina. É claro, no entanto, que uma boa ideia não é sinônimo de desenvolvimento imediato: ela passa por toda a jornada que veremos a seguir!

A pesquisa de campo nos pontos de venda

Para todo novo sabor, existem dois principais interessados. O primeiro, obviamente, é o consumidor para quem o sabor é desenvolvido. Mas não menos importante, são os proprietários e proprietárias de estabelecimentos com máquinas Baristo. Afinal, são essas pessoas que escolherão entre adotar ou não o novo produto.

Por isso, na fase inicial de desenvolvimento, conversamos com vários destes clientes, explicamos a ideia e fazemos um levantamento da aceitação provável do novo sabor no mercado.

A criação de um novo sabor

Se temos uma boa ideia e temos a aceitação de parceiros para iniciarem as vendas, é hora de colocar a mão na massa – ou no pó solúvel, neste caso!

Toda a jornada típica de desenvolvimento de um produto passa por aqui: cotação de fornecedores, busca pelos fabricantes ideais, e todo o restante necessário para operacionalizar o produto como mais um sabor na gama de delícias de nossas máquinas são feitas nessa parte, até termos as opções de produto final a serem testadas.

A alegria da equipe: os testes dos novos sabores do Café Baristo

Ninguém aqui na redação da Baristo quer ser tendencioso, mas existe a etapa em que as proporções e combinações da bebida são testadas pela equipe, e algumas pessoas poderiam afirmar que essa é uma etapa deliciosa!

Mas não é apenas um agrado: é um trabalho sério e necessário. Um novo sabor inclui a definição de proporções dos vários ingredientes que o compõe, e a escolha correta evita que o sabor seja muito ressaltado ou muito suave. Por isso, nossa equipe e especialistas são chamados aos testes, garantindo que você aproveite a melhor versão dos sabores do Café Baristo.

Lançando a ideia e o produto

Lançar algo novo é sempre um grande prazer por aqui. Não é à toa: a Baristo acredita que o café vai além da bebida, e gostamos de comunicar de forma descontraída e apaixonada. Com um novo sabor, não seria diferente.

Por isso, passamos a desenvolver a campanha de lançamento deste novo sabor com todo o carinho, para que você saiba o que esperar, e busque novos sabores do Café Baristo sempre que forem lançados!

Análise de recepção do novo sabor

De nada adianta ter um novo sabor nas máquinas de café se ele não for consumido, certo?

Por isso, a etapa final de um lançamento é observar quão bem recebido ele foi no mercado. É claro que nem todo sabor obtém os números de um cappuccino tradicional, por exemplo, mas ele precisa ter certo desempenho para que os proprietário das máquinas queiram mantê-lo por lá!

Nossa análise permite tomar decisões que fortaleçam esse desempenho, garantindo que mais pessoa possam provar o sabor enquanto ele estiver ativo!

Agora você já conhece um pouco mais sobre o funcionamento interno do lançamento de novos sabores do Café Baristo! Qual foi o seu sabor favorito provado em nossas máquinas? Comente aqui abaixo, estamos curiosos!

Loja de conveniência na empresa: Vamos falar do micromarket?
Loja de conveniência na empresa: Vamos falar do micromarket?

Em tempos de estruturas empresariais cada vez mais leves, a ideia de ter uma loja de conveniência na empresa pode parecer inusitada. E é – mas vai muito além da disponibilidade de uma ampla linha de produtos ao alcance de qualquer colaborador.

Também chamada de micromarket, ou honest market, esse tipo de oferecimento de opções para os trabalhadores é, ao mesmo tempo, um benefício e uma ferramenta de gestão de pessoas, com possibilidade de aplicação de aspectos de cultura da empresa.

Se você ainda não conhece o conceito da loja de conveniência na empresa, confira esse artigo, porque esse é o tema que abordaremos por aqui!

Como assim, ter uma loja de conveniência na empresa?

Quando você, seus colegas e seus colaboradores precisam fazer uma pausa para um lanche, onde vocês vão comprar produtos?

Pode ser na padaria, no café, no mercadinho ou no restaurante mais próximo, na maior parte dos casos. Mas a verdade é que poderia ser dentro da própria empresa. Ter uma loja de conveniência dentro do local de trabalho significa ter uma ampla gama de produtos a um alcance rápido, por um preço acessível e sem os riscos inerentes de precisar sair durante o expediente.

E o melhor de tudo: os produtos podem ser escolhidos pela própria empresa, garantindo que os lanches e bebidas favoritos de todo mundo sempre estejam por ali!

E quem opera essa tal loja? É necessário um colaborador só para isso?

A ideia parece boa, mas logo de cara surgem as perguntas: e vou precisar contratar alguém para cuidar da loja? Vou precisar alocar uma sala inteira para isso?

É daí que surge a inovação do conceito. No micromarket, basta um espaço para colocar as máquinas – que podem naquele cantinho da sala de descanso, por exemplo, e não é necessário ter nenhuma pessoa para operar. Cada colaborador pega o que quer, e efetua o pagamento pelo cartão de crédito.

O fornecedor, no nosso caso, a Baristo, vai apenas para fazer a reposição regular dos itens. É toda a conveniência sem nenhum dos problemas.

Esse modelo funciona, mesmo dependendo de cada pessoa?

Infelizmente, essa ainda é uma pergunta que ainda é muito comum: Mas funciona mesmo? As pessoas pagam de verdade?

A resposta, que deveria ser quase automática, é um tanto óbvia: se você confia o futuro da empresa a essas pessoas, se confia que elas lidem com produtos, clientes e fornecedores, porque não deveria confiar uma mera lata de refrigerante, uma cafezinho ou um biscoito?

Além disso, é uma comunicação de confiança na responsabilidade individual dentro do ambiente de trabalho (além de ser delicioso para todo mundo, é claro)!

Como ter uma loja de conveniência na minha empresa?

Agora você já conhece o conceito de loja de conveniência na empresa, ou micromarket. Só falta saber como implementar a sua própria, certo?

Aqui na Baristo, esse conceito de um mercado aberto, baseado na confiança entre empresa e colaboradores e em relações maduras é nossa aposta. Se você acredita nessa visão, e quer essa vantagem para sua empresa, é só entrar em contato clicando aqui! Nossa equipe estará à disposição!